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Sempre (mais) jovem: potenciais efeitos antienvelhecimento da meditação de longo prazo sobre a atrofia de substância cinzenta
Nas últimas décadas a expectativa de vida, sobretudo nas nações em desenvolvimento, tem crescido continuamente, com as pessoas vivendo mais de 10 anos adicionais em relação às gerações passadas.
Infelizmente, em algum momento entre os 20 e 30 anos, o cérebro começa a perder a sua vitalidade -
Então, embora as pessoas estejam vivendo mais, os anos adicionais trazem o risco de doenças mentais e neurodegenerativas.
Este estudo da Universidade da Califórnia (UCLA) mostra que a meditação pode ser um caminho para minimizar estes riscos, por preservar a substância cinzenta cerebral. Ele compara 50 pessoas que meditaram por anos com 50 que não meditaram. Embora ambos os grupos tenham apresentado alguma perda de substância cinzenta, as pessoas que meditavam estavam em clara vantagem.
Coautor do estudo e Ph.D. no centro de mapeamento cerebral na UCLA, Dr. Florian Kurth, diz que os pesquisadores ficaram surpresos com a magnitude das diferenças.
"Nós esperávamos encontrar efeitos pequenos e pontuais em algumas regiões do cérebro que haviam sido anteriormente associadas com a meditação. No entanto, o que realmente observamos foi um efeito generalizado da meditação que abrangia diversas regiões por todo o cérebro"
Áreas onde a correlação entre substância cinzenta e idade era significantemente diferente entre pessoas que meditavam e que não meditavam.
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